Segunda Postagem = segunda página
Nessa explosão, os seres pensamentos
de resultados positivos uteis e negativos inúteis, também foram lançados, mas
nem todos chegaram a mesma distância. Alguns ficaram muito perto do centro,
outros na metade do caminho e muitos se perderam no infinito da criatividade.
Bilhões de seres pensamentos disseminados nessa realidade desconhecida,
formaram uma nova existência. Aqueles que se encontravam perto do centro
começaram a girar envolta dele atraídos pela força gravitacional: giravam
compassadamente a um ritmo cadencioso.
Estes seres pensamentos brilhavam com
a luz do centro e suas cores se dispersaram. Esses cristais eram os diamantes
mais belos e perfeitos; não haviam se deformado, conservavam a autenticidade da
criação. Outros que se encontravam mais longe, deformaram um pouco a sua
realidade: possuíam menos ritmo, as cores se encontravam ligeiramente opacos e
suas vibrações emitiam sons lentos e baixos.
Em meio a tudo, esses cristais
conservavam sua origem e fariam todo o possível para melhorar suas condições.
Mas aqueles que foram lançados muito longe de seu centro, de seu criador, foram
os mais afetados, porque levavam consigo os cristais compactados, que pelo peso
e densidade foram lançados o mais longe possível de seu centro. Esses cristais
compactados de inutilidade chegaram a distancias incríveis, tão longe que
quando ficaram sem a luz, o calor, o
ritmo, a vibração e a cor, se comprimiram, densificaram, petrificaram,
solidificaram e esfriaram criando assim uma nova realidade chamada
matéria.
Esses cristais matéria não emitiam
absolutamente nada, se converteram em pensamentos estáticos, rígidos e inertes.
Eram pensamentos aprisionados na dureza de sua existência. No meio desse caos e
dessa explosão caiaram em desgraça também muitos dos seres pensamentos
positivos e utéis, os quais junto com os negativos e inúteis, se fundiram e
petrificaram, comprimindo seus elementos, mas não seus pensamentos. Nessa
densidade esses cristais matéria flutuavam no espaço, chocavam entre si,
vagavam sem rumo e sem conhecimento de sua existência.
Quando os seres pensamentos se
densificaram, aparentemente retardaram o processo da doença, porque ela não se
manifestava com a mesma rapidez. Os elementos conservaram se estáticos por
muito tempo, sem causar nenhum mal estar. Os seres pensamentos densificados
pensaram que estavam curados, mas não era assim: a doença negativa se encontrava
adormecida, esperando a ocasião propicia para se manifestar. O que aconteceria
em piores circunstancias. Ao encontrar se nessa realidade densa e escura, os
seres pensamentos adormeceram e assim estiveram por tempo indefinido.
Até que um dia começaram a sentir se
atraídos pela força gravitacional circular que os impulsionava a girar ao redor
de um centro. Era o criador que não os havia abandonado e os estava atraindo.
Apesar da enorme distância, não estavam sós. A força da sobrevivência aflorou e
com isso tiveram a segurança de que algum dia voltariam a quem os deu a vida e
a existência. Os seres pensamentos densificados começaram a perceber um leve
movimento. Surgiu um ritmo débil, uma vibração que emitiu um som quase
imperceptível. Isso ativou as cores e as formas foram tomando um formato
redondo. Não estavam perdidos: o
Princípio Único os estava recuperando.
Os seres pensamentos densificados
compreenderam que só unindo se poderiam voltar a seu centro. Foi então que
surgiram novos elementos como a confraternização, a união, o trabalho em
conjunto, a comunicação, a vontade de realiza-lo, e esse trabalho em conjunto
estava criando um novo elemento chamado harmonia. Uniram seu conhecimento e
entendimento, compreenderam que eram irmãos apesar das diferenças que os
caracterizavam. Começaram a conviver e esse esforço de convivência, feito com
paz e harmonia, foi chamado amor.
A necessidade criou a forma. Os seres
pensamentos afastados de seu centro e presos na densidade, começaram a sentir a
necessidade de se manifestar. Não podiam conseguir só através do pensamento,
tinham que plasmar o pensado e o desejado. Sabiam que provinham de uma
realidade etérea, mental e sutil. Ao encontrar se em uma realidade densa,
teriam que solucionar esse problema. Apesar dessas energias pensamentos
densificadas estarem numa realidade adversa, não haviam perdido suas faculdades
mentais. Sabiam também que não era suficiente tê-las, deviam usar elementos
novos que os permitissem continuar.
Investigando e analisando
profundamente, descobriram um novo elemento chamado símbolo que unido aos
outros os permitiriam formar moldes necessidades. Assim poderiam
plasmar as respostas. Começaram as experiências, utilizando os mesmos métodos e
técnicas que eles conheciam da realidade sutil. Repetiram as mesmas formulas,
mas encontraram se com uma surpresa: as criações eram deformadas, sem expressão
nem sentido. Uma e outra vez, inútil. Uniam cristais de diferentes condições,
mas nada. Os cristais chocavam entre si, mas não emitiam som nem vibração alguma.
Definitivamente não estavam
encontrando as respostas nessas criações, a densidade não permitia a fluidez do
pensamento e nessas condições não funcionavam. Esse era o que eles acreditavam,
não sabiam que ao estar numa realidade densa tudo era lento. O que eles não
percebiam era que o pensamento nessa realidade demorava, mas avançava e tomaria
forma em algum momento. Suas respostas se moldavam segundo ao que eles
desejavam e se plasmaria em algum momento, segundo seus desejos mentais.
Voltamos ao criador de tudo o que existe. Se ele era o centro, criava os mais
diversos cristais e encarregou a seu filho pensamento o trabalho de
classifica-los e ordená-los. Como então esse centro não teve conhecimento do
que iria acontecer? Ele não percebia o que estava acontecendo?
Ele sabia. Sempre soube. Quando o
Princípio Único criava e emanava, estava
formando seu corpo. Estava se plasmando.
Ele queria nascer, crescer e se
desenvolver como um bebê em gestação, e assim o fez: se expandiu em bilhões de
células que igual a ele se repetiram. Suas células cristais chegaram aos
confins do universo e todos foram criados como um espelho, a imagem de seu
criador. Esses cristais células começaram se aglomerar formando os órgãos e
sistemas, e todos eles juntos se converteram em corpo universal. Até agora, os
filhos pensamentos não sabem a ciência certa de onde provem o Princípio Único,
nem quem os criou. Para que Ele exista, teria que haver outro princípio que
criou ao interior. Infinito sem princípio nem fim.
Enquanto isso, os filhos pensamentos
que se encontravam na densidade tiveram que começar tudo como se fosse um
Princípio Único e entenderam que cada vez que algo se criava ou começava, o
deviam considerar como um Princípio Único. Deviam reunir muita informação,
sentiam que tinham muito que aprender e que essa aprendizagem seria eterna.
Os seres pensamentos que se
encontravam mais perto do criador começaram a realizar estudos profundos sobre
eles e o entorno criativo. Em primeiro lugar, perceberam que seus cristais
apesar dessa tremenda explosão e do distanciamento de seu centro, conservavam a
nitidez, o ritmo, a vibração, a forma e
as cores intactas; mas apesar disso sentiram que não eram os mesmos. Sua
realidade anterior era interna, sempre estiveram dentro do centro e agora se
encontravam fora girando ao redor dele. Chegaram à conclusão de que assim como
o Princípio Único havia nascido, eles também haviam nascido a outra realidade
de existência mais concreta, livre e palpável. Estavam fora do centro, o que os
permitiria movimentar se pelo espaço. De essa forma seus conhecimentos
aumentariam e poderiam adquirir mais experiências e vivencias para que sua
sabedoria não tivesse fim. A liberdade que esses seres ideias pensamentos experimentaram
os permitiu viajar e distanciar se de seu centro, o que fizeram quando se
sentiram mais preparados e com mais conhecimento. Foi a única forma que
encontraram para descobrir a localização de sua realidade. Depois de muita investigação, estudo e recopilação
do conhecimento e entendimento de sua realidade, chegaram à conclusão de que
queriam conhecer outras realidades. Para isso necessitavam expandir se. Assim,
escolheram a um grupo entre eles para realizar essa extraordinária travessia.
Empreenderiam a viajem a rotas desconhecidas e se distanciariam o máximo de seu
centro, porque ao regressar chegariam cheios de novos dados, experiências e
vivencias.
Quando chegou o momento partiram. A
expedição foi se distanciando, conhecendo lugares desconhecidos, passando por
mundos nos quais seus irmãos - outros
seres pensamentos – haviam se densificado. Estes se encontravam longe de seu
centro, mas apesar dessa distancia, se haviam adaptado perfeitamente ao meio em
que se encontravam. A alegria e o jubilo os cativaram: eram os primeiros irmãos
que encontraram depois da explosão. Todos foram muito bem recebidos e
acolhidos. Nessa convivência aprenderam e trocaram muito conhecimento.
Esses irmãos, esses seres
pensamentos, também existiam na luz, mas ao se encontrarem um pouco distantes
do centro se haviam desenvolvido de um modo diferente, porque se haviam
adaptado a realidade que lhes tocou viver. Suas lembranças conservavam ainda a
nitidez de sua origem, mas como não continuaram alimentando se diretamente do
criador, tiveram que retroalimentar se de suas experiências e vivencias,
formando assim seus próprios pensamentos. Lembravam do Princípio Único como o
criador amoroso e necessário, mas Ele não se encontrava presente em suas vidas.
Os pensamentos desses seres haviam se
nutrido deles mesmos. Experiência sobre experiência, vivencia correlacionada
com vivencia.
Ao não poder se alimentar de seu centro, tornaram se
independentes dele e se converteram em seus próprios pensamentos. Recordem que
quando o criador os criou, implantou em seus cristais seu próprio ser. Eram filhos do Princípio Único,
portanto cada um deles era uma mente e a união de milhões de mentes
disseminadas no Universo sutil e denso formaram a mente universal. Os filhos
pensamentos da luz quiseram se distanciar mais, mas não puderam: a distância de
seu centro lhes produzia sérios transtornos. Começaram a ficar fracos, seus
pensamentos não coordenavam, suas cores ficavam opacas, o ritmo diminuía. Assustados
tomaram o caminho de regresso. Quando chegaram e se nutriram de seu centro se
reestabeleceram totalmente. Souberam desse modo que nunca poderiam se separar
de seu criador que significava para eles a
vida.
Quando
chegaram a sua realidade de luz, comunicaram aos outros todas as experiências e
vivencias, aumentaram seus conhecimentos e entenderam que eles também eram a mente. Diferente dos outros eles não
se alimentavam de seus próprios pensamentos: eles eram ideias pensamentos. Ao
estar perto de seu criador e serem os encarregados da criação, eram criadores
de ideias e os demais procriadores de pensamentos. Concluíram que necessitavam
dos pensamentos para criar mais ideias, pois os pensamentos eram a matéria prima
para que a ideia pudesse se realizar. Esse processo o chamaram retroalimentação e funcionaria assim:
Os seres de
luz criariam ideias e os demais se alimentariam delas, as executariam e
plasmariam as convertendo em pensamentos, que a sua vez retroalimentariam as
ideias e assim infinitamente. Toda essa dedução era maravilhosa, só que eles
não contavam que quando a ideia fosse convertida em pensamento e esse estivesse
disseminado, cada realidade a compreenderia conforme o grau vibratório em que
se encontrasse. Isso significava que se chegasse aos confins do universo denso,
a ideia não seria entendida, desenvolvida nem remotamente plasmada, porque a
ideia não podia ser igual para todos, por serem de realidades muito diferentes.
Efetivamente, as ideias não podiam projetar se uniformemente. Então os seres de
luz entenderam que as ideias nutririam só as realidades que estavam mais perto
deles. Essas ideias se converteriam em pensamentos, seriam desenvolvidas nesse
vasto universo e logo regressariam convertidas em formosos pensamentos, cheios
de experiências e vivencias, para continuar o ciclo de criatividade.
Os seres
pensamentos que se encontravam mais distantes e densos, pensaram que como eles
se nutriam de ideias dos seres de luz, eles também poderiam nutrir da mesma
maneira os outros seres que se encontravam nas realidades mais densas,
transmitindo lhes o aprendido. Dessa forma, as ideias poderiam chegar o mais
longe possível e assim também recuperariam seus irmãos que estavam perdidos no
universo. Assim o fizeram: as ideias eram criadas pelos seres ideias
pensamentos da luz e descendiam pouco a pouco. Primeiro eram captadas pelos
graus mais próximos, os quais as trabalhavam, as transformavam e por último as
entendiam. Quando chegavam ao
entendimento, as emanavam para outros graus, para continuar alimentando a mente
universal. Cada realidade que havia trabalhado a ideia, a compartia com o próximo
grau. Dessa maneira a ideia não se distorcia e se adaptava gradualmente segundo
as necessidades de sua realidade. Perceberam que dessa forma, a ideia se
desenvolvia com perfeição.
Só que
quando chegava a realidade densificada e petrificada, está nem captava nem
absorvia, as ideias para essas realidades eram totalmente inservíveis. Foi
assim como compreenderam que o universo se dividia em realidade superior e realidade inferior. Com esse conhecimento, o
ser pensamento chegou a um entendimento global de sua realidade, somando aos
estudos profundos que realizaram. Assim puderam se estabelecer na realidade de
sua existência, e a viram assim: O universo era circular. O dividiram em nove dimensões
cada uma delas compreendia bilhões de planos e graus. A diferença entre elas
dependia do ritmo, cor, forma, frequência, vibração, criatividade, etc. Sabiam
que nesse vasto universo estavam os seus irmãos disseminados em diferentes expressões
de existência, como cristais células, cristais órgãos, cristais sistemas, uns sutis
adiantados em seu conhecimento, outros densos muito atrasados, todos irmãos. Através
da emanação de ideias, a captação delas, sua distribuição, a conversão das
ideias pensamentos que alimentavam outros planos e graduações, o descenso e a
subida dos pensamentos cheios de sabedoria, foi posto em movimento um
mecanismo, uma retroalimentação que jamais parou. A mente queria crescer através
de seus pensamentos. A sabedoria a nutriu e ela se desenvolveu como um bebê que
cresce e dá seus primeiros passos. Assim a mente desenvolveu suas próprias características
de caráter e personalidade. Hoje em dia, o todo, a realidade mesma, está
madura. Podemos dizer que o conhecimento que contem a mente universal está quase
completo. Nada escapou e para conseguir isso, necessitamos a ordem. Sem este
elemento não teriam conseguido. Mente e pensamento, unidos a energia, criarão
a seu filho, chamado universo. Um
filho que tem respondido maravilhosamente, um filho que também tem crescido e
se desenvolvido tanto que hoje pode considerar um filho amoroso e responsável. Soubemos
então que tudo foi gerado do Princípio Único. Como foi gerado? Como criava? O
que são os elementos? Para entende-los temos que saber de que é formado.
Falamos
anteriormente que seu centro estava cheio de bilhões de cristais que se moviam,
chocavam entre si produzindo descargas elétricas gerando movimentos
incontrolados e um calor muito intenso. Ao princípio esse movimento não era
entendido. Os seres ideias descobriram que esses cristais unidos a outros
elementos, automaticamente, se impulsionavam fazendo surgir o movimento, o
ritmo, a vibração, a forma, a cor, a frequência, etc. Entenderam que essas
descargas elétricas eram produzidas pelo núcleo desses cristais que emitiam uma
frequência tão aguda e alta que se confundia com uma descarga elétrica. Essa frequência
atraia os elementos e esses ao unir se com outros derivavam em movimentos. Esse
núcleo foi chamado nimeo. Chegaram
à conclusão de que o movimento não se criou,
sempre existiu no nimeo.
Os seres
ideias descobriram também que toda a criação era formada de nimeos e que era
assim que a vida se gerava. O niemo seria conhecido no universo inteiro como a menor
partícula. Compreenderam também que tudo que existe tinha esse princípio. Continuando
com as investigações, começaram a estudar o cristal. Estes eram leves parecidos
a uma esponja de um tecido e muito fino que formava figuras geométricas. Poderíamos
compará-los com as esporas. Quando o desejo dos seres pensamentos surgia esses
cristais esporas nimeos absorviam outros elementos que acompanhavam esse
desejo. O núcleo, ou seja, o nimeo, se encarregava de misturá-los e dependendo
da força ou intenção do desejo, produzia a força da descarga resultando na
realização do pensamento. O nimeo possuía em si mesmo outros elementos que o
Princípio Único o havia presenteado, como a fusão,
a sincronicidade, a maleabilidade, o ajuste, a intercepção, a capacidade, o
volume, o peso, a compatibilidade, a duplicação, o nível e outros mais.
Os cristais
formam o Princípio Único. Ele foi criado primeiro no estado gasoso (cristais esporas
gasosas ar), logo foi transformado em líquido (cristais esporas liquidas agua),
e por último em sólido (cristais esporas sólidas terra). O criador passou por
um processo de desenvolvimento e os cristais também sofreram transformações e
evolução. Os cristais se expressaram segundo o desejo e a necessidade. Estes
cristais se conhecem no universo como energia. São bilhões de realidades,
formas, cores, ritmos, símbolos e vibrações. São o princípio de tudo.
A vida,
vocês a chamam de alma. São os cristais que dão vida e
movimento ao universo. Se estes cristais unidos são sutis, leves, de cores
claras e brilhantes, serão chamados de espirito ou energia sutil, mas se são
densos, escuros, opacos e sem luz, serão chamados matéria ou energia densa. A
realidade é um todo. A diferença de qualidade nos cristais e o
resultado que o nimeo tem em seu desejo criador marcará a diferença. Desta
forma a função dos cristais caracterizou os elementos e os ordenou, os
classificando segundo a intensidade. Esta foi dividida pelos seres pensamentos
em duas forças: masculina e feminina. Estas duas expressões se completaram, e
quando o desejo surgia, a criação se expressava determinando a criatividade. Através
desta explicação, compreendemos que o universo está formado de cristais que são
chamados energia. E é esta energia a que dá vida, e uma vez que tenhamos a vida
seremos eternos. As duas forças, masculina e feminina, determinaram a criação. Tudo
foi criado pela intensidade do desejo.
Quando se produziu a grande explosão essas
duas forças, se moldaram e quando os cristais das duas expressões começaram a
fundir se, procriaram infinidades de formas que continham as características de
ambas: criação sobre criação. A energia geradora de ideias e pensamentos
baseava suas criações na força do desejo e essa força tomava uma forma e característica
expressando se em algum momento na criatividade, como formas harmoniosas ou
distorcidas.
O desejo compactava a energia e
criava. Tudo no universo é criação de ideias e pensamentos. Tudo o que seus
olhos veem é expressão da criatividade. O criador não criou as formas só deu os
elementos para que estas se criassem. São os seres ideias pensamentos que
plasmaram e executaram tudo que existe. Conseguiram porque desenvolveram o desejo
criador que cada realidade e dimensão entendia ou podia perceber. Os elementos
que o criador proporcionou eram a matéria prima deixada a seus filhos para que
o pensamento alcance a realização da criatividade.
Os seres ideias pensamentos são os
arquitetos do universo. Tudo que existe foi criado a imagem e semelhança deles
mesmos e de seus próprios desejos. O universo é um espelho que devolve a imagem
de seus próprios construtores.


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