sexta-feira, 27 de junho de 2014

Os Arcanos de Thoth - parte 2

Segunda Postagem = segunda página




Nessa explosão, os seres pensamentos de resultados positivos uteis e negativos inúteis, também foram lançados, mas nem todos chegaram a mesma distância. Alguns ficaram muito perto do centro, outros na metade do caminho e muitos se perderam no infinito da criatividade. Bilhões de seres pensamentos disseminados nessa realidade desconhecida, formaram uma nova existência. Aqueles que se encontravam perto do centro começaram a girar envolta dele atraídos pela força gravitacional: giravam compassadamente a um ritmo cadencioso.
Estes seres pensamentos brilhavam com a luz do centro e suas cores se dispersaram. Esses cristais eram os diamantes mais belos e perfeitos; não haviam se deformado, conservavam a autenticidade da criação. Outros que se encontravam mais longe, deformaram um pouco a sua realidade: possuíam menos ritmo, as cores se encontravam ligeiramente opacos e suas vibrações emitiam sons lentos e baixos.
Em meio a tudo, esses cristais conservavam sua origem e fariam todo o possível para melhorar suas condições. Mas aqueles que foram lançados muito longe de seu centro, de seu criador, foram os mais afetados, porque levavam consigo os cristais compactados, que pelo peso e densidade foram lançados o mais longe possível de seu centro. Esses cristais compactados de inutilidade chegaram a distancias incríveis, tão longe que quando ficaram sem a luz, o calor, o ritmo, a vibração e a cor, se comprimiram, densificaram, petrificaram, solidificaram e esfriaram criando assim uma nova realidade chamada matéria. 
Esses cristais matéria não emitiam absolutamente nada, se converteram em pensamentos estáticos, rígidos e inertes. Eram pensamentos aprisionados na dureza de sua existência. No meio desse caos e dessa explosão caiaram em desgraça também muitos dos seres pensamentos positivos e utéis, os quais junto com os negativos e inúteis, se fundiram e petrificaram, comprimindo seus elementos, mas não seus pensamentos. Nessa densidade esses cristais matéria flutuavam no espaço, chocavam entre si, vagavam sem rumo e sem conhecimento de sua existência.
Quando os seres pensamentos se densificaram, aparentemente retardaram o processo da doença, porque ela não se manifestava com a mesma rapidez. Os elementos conservaram se estáticos por muito tempo, sem causar nenhum mal estar. Os seres pensamentos densificados pensaram que estavam curados, mas não era assim: a doença negativa se encontrava adormecida, esperando a ocasião propicia para se manifestar. O que aconteceria em piores circunstancias. Ao encontrar se nessa realidade densa e escura, os seres pensamentos adormeceram e assim estiveram por tempo indefinido.
Até que um dia começaram a sentir se atraídos pela força gravitacional circular que os impulsionava a girar ao redor de um centro. Era o criador que não os havia abandonado e os estava atraindo. Apesar da enorme distância, não estavam sós. A força da sobrevivência aflorou e com isso tiveram a segurança de que algum dia voltariam a quem os deu a vida e a existência. Os seres pensamentos densificados começaram a perceber um leve movimento. Surgiu um ritmo débil, uma vibração que emitiu um som quase imperceptível. Isso ativou as cores e as formas foram tomando um formato redondo.  Não estavam perdidos: o Princípio Único os estava recuperando.
Os seres pensamentos densificados compreenderam que só unindo se poderiam voltar a seu centro. Foi então que surgiram novos elementos como a confraternização, a união, o trabalho em conjunto, a comunicação, a vontade de realiza-lo, e esse trabalho em conjunto estava criando um novo elemento chamado harmonia. Uniram seu conhecimento e entendimento, compreenderam que eram irmãos apesar das diferenças que os caracterizavam. Começaram a conviver e esse esforço de convivência, feito com paz e harmonia, foi chamado amor.
A necessidade criou a forma. Os seres pensamentos afastados de seu centro e presos na densidade, começaram a sentir a necessidade de se manifestar. Não podiam conseguir só através do pensamento, tinham que plasmar o pensado e o desejado. Sabiam que provinham de uma realidade etérea, mental e sutil. Ao encontrar se em uma realidade densa, teriam que solucionar esse problema. Apesar dessas energias pensamentos densificadas estarem numa realidade adversa, não haviam perdido suas faculdades mentais. Sabiam também que não era suficiente tê-las, deviam usar elementos novos que os permitissem continuar.
Investigando e analisando profundamente, descobriram um novo elemento chamado símbolo que unido aos outros os permitiriam formar moldes necessidades. Assim poderiam plasmar as respostas. Começaram as experiências, utilizando os mesmos métodos e técnicas que eles conheciam da realidade sutil. Repetiram as mesmas formulas, mas encontraram se com uma surpresa: as criações eram deformadas, sem expressão nem sentido. Uma e outra vez, inútil. Uniam cristais de diferentes condições, mas nada. Os cristais chocavam entre si, mas não emitiam som nem vibração alguma.
Definitivamente não estavam encontrando as respostas nessas criações, a densidade não permitia a fluidez do pensamento e nessas condições não funcionavam. Esse era o que eles acreditavam, não sabiam que ao estar numa realidade densa tudo era lento. O que eles não percebiam era que o pensamento nessa realidade demorava, mas avançava e tomaria forma em algum momento. Suas respostas se moldavam segundo ao que eles desejavam e se plasmaria em algum momento, segundo seus desejos mentais. Voltamos ao criador de tudo o que existe. Se ele era o centro, criava os mais diversos cristais e encarregou a seu filho pensamento o trabalho de classifica-los e ordená-los. Como então esse centro não teve conhecimento do que iria acontecer? Ele não percebia o que estava acontecendo?
Ele sabia. Sempre soube. Quando o Princípio Único criava e emanava, estava formando seu corpo. Estava se plasmando.
Ele queria nascer, crescer e se desenvolver como um bebê em gestação, e assim o fez: se expandiu em bilhões de células que igual a ele se repetiram. Suas células cristais chegaram aos confins do universo e todos foram criados como um espelho, a imagem de seu criador. Esses cristais células começaram se aglomerar formando os órgãos e sistemas, e todos eles juntos se converteram em corpo universal. Até agora, os filhos pensamentos não sabem a ciência certa de onde provem o Princípio Único, nem quem os criou. Para que Ele exista, teria que haver outro princípio que criou ao interior. Infinito sem princípio nem fim.
Enquanto isso, os filhos pensamentos que se encontravam na densidade tiveram que começar tudo como se fosse um Princípio Único e entenderam que cada vez que algo se criava ou começava, o deviam considerar como um Princípio Único. Deviam reunir muita informação, sentiam que tinham muito que aprender e que essa aprendizagem seria eterna.
Os seres pensamentos que se encontravam mais perto do criador começaram a realizar estudos profundos sobre eles e o entorno criativo. Em primeiro lugar, perceberam que seus cristais apesar dessa tremenda explosão e do distanciamento de seu centro, conservavam a nitidez, o ritmo, a vibração, a forma e as cores intactas; mas apesar disso sentiram que não eram os mesmos. Sua realidade anterior era interna, sempre estiveram dentro do centro e agora se encontravam fora girando ao redor dele. Chegaram à conclusão de que assim como o Princípio Único havia nascido, eles também haviam nascido a outra realidade de existência mais concreta, livre e palpável. Estavam fora do centro, o que os permitiria movimentar se pelo espaço. De essa forma seus conhecimentos aumentariam e poderiam adquirir mais experiências e vivencias para que sua sabedoria não tivesse fim. A liberdade que esses seres ideias pensamentos experimentaram os permitiu viajar e distanciar se de seu centro, o que fizeram quando se sentiram mais preparados e com mais conhecimento. Foi a única forma que encontraram para descobrir a localização de sua realidade.  Depois de muita investigação, estudo e recopilação do conhecimento e entendimento de sua realidade, chegaram à conclusão de que queriam conhecer outras realidades. Para isso necessitavam expandir se. Assim, escolheram a um grupo entre eles para realizar essa extraordinária travessia. Empreenderiam a viajem a rotas desconhecidas e se distanciariam o máximo de seu centro, porque ao regressar chegariam cheios de novos dados, experiências e vivencias. 
Quando chegou o momento partiram. A expedição foi se distanciando, conhecendo lugares desconhecidos, passando por mundos nos quais seus irmãos -  outros seres pensamentos – haviam se densificado. Estes se encontravam longe de seu centro, mas apesar dessa distancia, se haviam adaptado perfeitamente ao meio em que se encontravam. A alegria e o jubilo os cativaram: eram os primeiros irmãos que encontraram depois da explosão. Todos foram muito bem recebidos e acolhidos. Nessa convivência aprenderam e trocaram muito conhecimento.
Esses irmãos, esses seres pensamentos, também existiam na luz, mas ao se encontrarem um pouco distantes do centro se haviam desenvolvido de um modo diferente, porque se haviam adaptado a realidade que lhes tocou viver. Suas lembranças conservavam ainda a nitidez de sua origem, mas como não continuaram alimentando se diretamente do criador, tiveram que retroalimentar se de suas experiências e vivencias, formando assim seus próprios pensamentos. Lembravam do Princípio Único como o criador amoroso e necessário, mas Ele não se encontrava presente em suas vidas.


Os pensamentos desses seres haviam se nutrido deles mesmos. Experiência sobre experiência, vivencia correlacionada com vivencia.


Ao não poder se alimentar de seu centro, tornaram se independentes dele e se converteram em seus próprios pensamentos. Recordem que quando o criador os criou, implantou em seus cristais seu próprio ser. Eram filhos do Princípio Único, portanto cada um deles era uma mente e a união de milhões de mentes disseminadas no Universo sutil e denso formaram a mente universal. Os filhos pensamentos da luz quiseram se distanciar mais, mas não puderam: a distância de seu centro lhes produzia sérios transtornos. Começaram a ficar fracos, seus pensamentos não coordenavam, suas cores ficavam opacas, o ritmo diminuía. Assustados tomaram o caminho de regresso. Quando chegaram e se nutriram de seu centro se reestabeleceram totalmente. Souberam desse modo que nunca poderiam se separar de seu criador que significava para eles a vida.
            Quando chegaram a sua realidade de luz, comunicaram aos outros todas as experiências e vivencias, aumentaram seus conhecimentos e entenderam que eles também eram a mente. Diferente dos outros eles não se alimentavam de seus próprios pensamentos: eles eram ideias pensamentos. Ao estar perto de seu criador e serem os encarregados da criação, eram criadores de ideias e os demais procriadores de pensamentos. Concluíram que necessitavam dos pensamentos para criar mais ideias, pois os pensamentos eram a matéria prima para que a ideia pudesse se realizar. Esse processo o chamaram retroalimentação e funcionaria assim:
            Os seres de luz criariam ideias e os demais se alimentariam delas, as executariam e plasmariam as convertendo em pensamentos, que a sua vez retroalimentariam as ideias e assim infinitamente. Toda essa dedução era maravilhosa, só que eles não contavam que quando a ideia fosse convertida em pensamento e esse estivesse disseminado, cada realidade a compreenderia conforme o grau vibratório em que se encontrasse. Isso significava que se chegasse aos confins do universo denso, a ideia não seria entendida, desenvolvida nem remotamente plasmada, porque a ideia não podia ser igual para todos, por serem de realidades muito diferentes. Efetivamente, as ideias não podiam projetar se uniformemente. Então os seres de luz entenderam que as ideias nutririam só as realidades que estavam mais perto deles. Essas ideias se converteriam em pensamentos, seriam desenvolvidas nesse vasto universo e logo regressariam convertidas em formosos pensamentos, cheios de experiências e vivencias, para continuar o ciclo de criatividade.
            Os seres pensamentos que se encontravam mais distantes e densos, pensaram que como eles se nutriam de ideias dos seres de luz, eles também poderiam nutrir da mesma maneira os outros seres que se encontravam nas realidades mais densas, transmitindo lhes o aprendido. Dessa forma, as ideias poderiam chegar o mais longe possível e assim também recuperariam seus irmãos que estavam perdidos no universo. Assim o fizeram: as ideias eram criadas pelos seres ideias pensamentos da luz e descendiam pouco a pouco. Primeiro eram captadas pelos graus mais próximos, os quais as trabalhavam, as transformavam e por último as entendiam.  Quando chegavam ao entendimento, as emanavam para outros graus, para continuar alimentando a mente universal. Cada realidade que havia trabalhado a ideia, a compartia com o próximo grau. Dessa maneira a ideia não se distorcia e se adaptava gradualmente segundo as necessidades de sua realidade. Perceberam que dessa forma, a ideia se desenvolvia com perfeição.
            Só que quando chegava a realidade densificada e petrificada, está nem captava nem absorvia, as ideias para essas realidades eram totalmente inservíveis. Foi assim como compreenderam que o universo se dividia em realidade superior e realidade inferior. Com esse conhecimento, o ser pensamento chegou a um entendimento global de sua realidade, somando aos estudos profundos que realizaram. Assim puderam se estabelecer na realidade de sua existência, e a viram assim: O universo era circular. O dividiram em nove dimensões cada uma delas compreendia bilhões de planos e graus. A diferença entre elas dependia do ritmo, cor, forma, frequência, vibração, criatividade, etc. Sabiam que nesse vasto universo estavam os seus irmãos disseminados em diferentes expressões de existência, como cristais células, cristais órgãos, cristais sistemas, uns sutis adiantados em seu conhecimento, outros densos muito atrasados, todos irmãos. Através da emanação de ideias, a captação delas, sua distribuição, a conversão das ideias pensamentos que alimentavam outros planos e graduações, o descenso e a subida dos pensamentos cheios de sabedoria, foi posto em movimento um mecanismo, uma retroalimentação que jamais parou. A mente queria crescer através de seus pensamentos. A sabedoria a nutriu e ela se desenvolveu como um bebê que cresce e dá seus primeiros passos. Assim a mente desenvolveu suas próprias características de caráter e personalidade. Hoje em dia, o todo, a realidade mesma, está madura. Podemos dizer que o conhecimento que contem a mente universal está quase completo. Nada escapou e para conseguir isso, necessitamos a ordem. Sem este elemento não teriam conseguido. Mente e pensamento, unidos a energia, criarão a seu filho, chamado universo.  Um filho que tem respondido maravilhosamente, um filho que também tem crescido e se desenvolvido tanto que hoje pode considerar um filho amoroso e responsável. Soubemos então que tudo foi gerado do Princípio Único. Como foi gerado? Como criava? O que são os elementos? Para entende-los temos que saber de que é formado.
            Falamos anteriormente que seu centro estava cheio de bilhões de cristais que se moviam, chocavam entre si produzindo descargas elétricas gerando movimentos incontrolados e um calor muito intenso. Ao princípio esse movimento não era entendido. Os seres ideias descobriram que esses cristais unidos a outros elementos, automaticamente, se impulsionavam fazendo surgir o movimento, o ritmo, a vibração, a forma, a cor, a frequência, etc. Entenderam que essas descargas elétricas eram produzidas pelo núcleo desses cristais que emitiam uma frequência tão aguda e alta que se confundia com uma descarga elétrica. Essa frequência atraia os elementos e esses ao unir se com outros derivavam em movimentos. Esse núcleo foi chamado nimeo. Chegaram à conclusão de que o movimento não se criou, sempre existiu no nimeo.
            Os seres ideias descobriram também que toda a criação era formada de nimeos e que era assim que a vida se gerava. O niemo seria conhecido no universo inteiro como a menor partícula. Compreenderam também que tudo que existe tinha esse princípio. Continuando com as investigações, começaram a estudar o cristal. Estes eram leves parecidos a uma esponja de um tecido e muito fino que formava figuras geométricas. Poderíamos compará-los com as esporas. Quando o desejo dos seres pensamentos surgia esses cristais esporas nimeos absorviam outros elementos que acompanhavam esse desejo. O núcleo, ou seja, o nimeo, se encarregava de misturá-los e dependendo da força ou intenção do desejo, produzia a força da descarga resultando na realização do pensamento. O nimeo possuía em si mesmo outros elementos que o Princípio Único o havia presenteado, como a fusão, a sincronicidade, a maleabilidade, o ajuste, a intercepção, a capacidade, o volume, o peso, a compatibilidade, a duplicação, o nível e outros mais.
            Os cristais formam o Princípio Único. Ele foi criado primeiro no estado gasoso (cristais esporas gasosas ar), logo foi transformado em líquido (cristais esporas liquidas agua), e por último em sólido (cristais esporas sólidas terra). O criador passou por um processo de desenvolvimento e os cristais também sofreram transformações e evolução. Os cristais se expressaram segundo o desejo e a necessidade. Estes cristais se conhecem no universo como energia. São bilhões de realidades, formas, cores, ritmos, símbolos e vibrações. São o princípio de tudo.
            A vida, vocês a chamam de alma. São os cristais que dão vida e movimento ao universo. Se estes cristais unidos são sutis, leves, de cores claras e brilhantes, serão chamados de espirito ou energia sutil, mas se são densos, escuros, opacos e sem luz, serão chamados matéria ou energia densa. A realidade é um todo. A diferença de qualidade nos cristais e o resultado que o nimeo tem em seu desejo criador marcará a diferença. Desta forma a função dos cristais caracterizou os elementos e os ordenou, os classificando segundo a intensidade. Esta foi dividida pelos seres pensamentos em duas forças: masculina e feminina. Estas duas expressões se completaram, e quando o desejo surgia, a criação se expressava determinando a criatividade. Através desta explicação, compreendemos que o universo está formado de cristais que são chamados energia. E é esta energia a que dá vida, e uma vez que tenhamos a vida seremos eternos. As duas forças, masculina e feminina, determinaram a criação. Tudo foi criado pela intensidade do desejo.
Quando se produziu a grande explosão essas duas forças, se moldaram e quando os cristais das duas expressões começaram a fundir se, procriaram infinidades de formas que continham as características de ambas: criação sobre criação. A energia geradora de ideias e pensamentos baseava suas criações na força do desejo e essa força tomava uma forma e característica expressando se em algum momento na criatividade, como formas harmoniosas ou distorcidas.
O desejo compactava a energia e criava. Tudo no universo é criação de ideias e pensamentos. Tudo o que seus olhos veem é expressão da criatividade. O criador não criou as formas só deu os elementos para que estas se criassem. São os seres ideias pensamentos que plasmaram e executaram tudo que existe. Conseguiram porque desenvolveram o desejo criador que cada realidade e dimensão entendia ou podia perceber. Os elementos que o criador proporcionou eram a matéria prima deixada a seus filhos para que o pensamento alcance a realização da criatividade.  

Os seres ideias pensamentos são os arquitetos do universo. Tudo que existe foi criado a imagem e semelhança deles mesmos e de seus próprios desejos. O universo é um espelho que devolve a imagem de seus próprios construtores.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

LIVRO I - EL SER UNO - OS ARCANOS DE THOTH

Primeira publicação no blog = primeira página




OS ARCANOS DE THOTH

CAPITULO I


O PRINCIPIO ÚNICO

Para que vocês possam entender o Principio Único, primeiro deverão compreender a si mesmos. Ele nasceu de sua imensa necessidade de comunicação, ao consegui-lo obteve resultados incríveis de interação, desenvolvimento, domínio e expansão. Dessa maneira se formou uma malha forte e segura chamada Linguagem Universal, onde os meios obtiveram respostas e onde as respostas continuam convertendo se em um compêndio universal chamado Sabedoria.
            O Princípio Único significa origem. Tudo que existe foi criado, emanado e realizado a partir de uma única fonte: um núcleo, um centro, o que desencadeou a necessidade e o desejo de criar A vida. Uma vez criada, a vida foi eterna. Quando falamos de vida, nos estamos referindo ao criador. Nós o conhecemos como Principio Único; vocês o chamam de Deus. Toda criação deriva dessa fonte; de lá saímos para lá regressamos. Quem o criou? De onde se formou? De onde provem toda a criação?
            Todos vocês querem respostas e pedem por elas, porque assim é feita a realidade em que vivem. As respostas não os ajudarão a entender o processo universal. Vocês não necessitam respostas: o que querem é despertar da vida ilusória em que vivem e entrar nas suas próprias mentes, para poder compreender a grandeza do que estamos expressando. O Princípio Único... É. Partindo desse ponto se criou tudo, mas antes dele existiu outra necessidade que o impulsionou a ser infinito, sem princípio nem fim. Quando Ele teve consciência de ser, automaticamente colocou em movimento um mecanismo, ativando um dispositivo de necessidade, criando a forma, o símbolo, a vibração, o ritmo, as cores, etc.
A máquina universal começou a funcionar com perfeição e não parou nunca mais. Essa necessidade criava expandindo de tal forma que não cabia em sua estrutura. O movimento automático gerava um calor tão intenso que começou a fundir símbolo com forma, cor com vibração, estrutura com ritmo, ritmo com cadencia, e assim infinitamente. O Princípio Único se viu com necessidade de criar a ordem, porque já não podia conter tanta criatividade, pois esta já escapava de seus próprios limites e possibilidades. Então criou um ser a sua imagem e semelhança, cheio de luz, de cristais puros e diáfanos, de cores resplandecentes, ritmo e vibração perfeitos. A forma desse ser correspondia a vontade e desejo do criador. Ele era pensamento, e como o seu criador, imaginava e criava o imaginado. Ele vivia na mente, onde seu pensamento não tinha fronteiras. Ele era o filho do Princípio Único, por tanto, da mente universal. O Princípio Único criou sua continuação e a chamou pensamento. Este pensamento se encarregaria de ordenar, classificar, analisar, desenvolver e comunicar todo o compendio de criatividade que emanava de seu centro. Assim nasceram os primeiros pensamentos. Eles se olharam, e se reconheceram como irmãos, e o primeiro que fizeram foi estudarem a si mesmos para saber se poderiam realizar as atividades encomendadas pelo criador.
            A primeira experiência consistiu em ter consciência de sua existência; a chamaram vida. No princípio está se gerava por movimentos incontrolados, mas através das vivencias, os foram dominando e os unindo a um novo elemento chamado desejo, que a sua vez produziu outro ao que denominaram ritmo. Este se desenvolveu com cadencia e harmonia, criando com ele a vibração, a qual gerou as cores. Cada um deles tinha um significado diferente, e quando as cores infinitas começaram a surgir, os filhos pensamentos descobriram de onde procediam. Observando pequenos e minúsculos cristais que chocavam e se fundiam entre si formando figuras. Elas surgiam pelo desejo, o ritmo, a vibração e a cor. Desta maneira nasceu um novo elemento chamado forma.
Logo, o ser pensamento começou a ordenar e classificar este conjunto de elementos através de suas próprias experiências. Quando uniu os elementos uns com os outros, obteve resultados inesperados que podiam ser de grande ou pouca utilidade. Dessa forma se criou a diversidade, que correlacionou os dados criando o conhecimento. Este resultado formou a causa e o efeito, e todo esse compêndio informativo criou a sabedoria.  
Até aqui o ser pensamento estava muito satisfeito de sua investigação e trabalho; se sentia pleno de esperança, porque estava cumprindo com o que se havia proposto: ordenar de forma perfeita essa criação que crescia cada vez mais. A medida que mesclava os elementos, novas experiências surgiam com maior ou menor utilidade. O ser pensamento com tanta responsabilidade, não percebia nem dava importância as criações de menor utilidade: ele simplesmente as arquivava, as acumulando como lixo da criação. Foi tanta a concentração desses elementos jogados, que começaram a ocupar espaços destinados para os elementos uteis. E assim continuaram sem dar importância e deixando para mais adiante a solução do problema. Ignorância: não tinham o conhecimento de que, algum dia, essas criações se voltariam contra eles.
Os seres pensamentos que eram encarregados de manter tudo em ordem – e sobretudo os que se encontravam muito perto desses elementos renegados – começaram a sentir sintomas de desordem, falta de continuidade, debilidade e lentidão. Adoeceram. O que eles não sabiam era que esse acumulo de elementos descartados corroíam, oxidavam, aniquilavam e transformavam o sutil em denso, o claro em escuro, o ritmo em arritmia, as vibrações altas em vibrações baixas, etc. Assustados, os seres pensamentos não sabiam lidar com esse problema: não tinham os recursos nem o entendimento para isso. Começaram a retificar realizando milhões de experimentos, mas sem nenhum resultado. Enquanto isso, o Princípio Único, continuava criando desproporcionalmente, alheio a toda essa realidade.
Em vista desses problemas os seres pensamentos tiveram que classificar e ordenar novamente a realidade, haviam surgido elementos contrários e desconhecidos. Eles entenderam que esses elementos, apesar de serem afins, não podiam se misturar, porque não eram iguais. Enquanto um adoecia por ser de cores escuras, sem cadencia nem ritmo e dava resultados nefastos, o outro possuía ritmo, cadencia e cores claras. Tiveram que classificar e separa-los: os chamaram energia de resultado positivo e energia de resultado negativo.
Os seres pensamentos do resultado negativo sentiam se impotentes e desesperados. Começaram a perceber que suas reações já não eram as mesmas: sua energia-pensamento se havia descontrolado. Eles haviam sido criados perfeitos, a imagem e semelhança do criador, e agora a feiura e a distorção estavam tomando conta deles. Já não podiam trabalhar e ordenar; novas sensações iam se apoderando deles; já não agiam igual aos outros. Com pena e dor, os seres pensamentos uteis que não sofreram a distorção, tiveram que separar se deles, pois essa negatividade os podia contagiar.
Antes de se separarem, os pensamentos uteis colocaram um cristal com toda a informação dentro da pineal de seus irmãos doentes. Este cristal recopilava toda a sabedoria que eles tinham, toda a essência do conhecimento e entendimento, para que eles jamais esquecessem, e se algum dia chegassem a curar se, pudessem recordar que eram filhos do Princípio Único, que saíram dele e que regressariam a ele. Quando os seres pensamentos foram separados, sensações horríveis e vibrações densas os dominaram.
O ritmo emitia ruídos espantosos; as cores deixaram de brilhar e a escuridão os envolveu. Suas formas se retorceram de dor, raiva e impotência; sensações totalmente desconhecidas os invadiram. Se havia criado um universo paralelo, totalmente contrário e diferente do que conheciam e ao que estavam acostumados. Quanta solidão, quanta dor! Perdidos na escuridão de seus próprios pensamentos, se sentiram abandonados, separados do centro e de seu amado criador.
Os seres pensamentos positivos e uteis lutavam para os recuperar. Novas experiências surgiram, usaram uma infinidade de métodos e técnicas, mas foi tudo em vão. Muitos se ofereceram voluntariamente para experiências de cura não obtendo êxito. A pesar de tanta solidão e dor, os seres pensamentos separados sentiram dentro deles um elemento desconhecido: a força.
Era um elemento novo que os impulsionou a continuar, e o chamaram sobrevivência. Sentiram que ainda existiam os conhecimentos adquiridos, que o entendimento e desejo não haviam desaparecido de seus pensamentos e que talvez, com o pouco que restava, eles poderiam libertar se dessa situação aparentemente sem saída.
Pensaram que o primeiro que deveriam fazer era não desaparecer, e sim viver. Se o Princípio Único os havia criado a sua imagem, então eles lutariam com todos os meios disponíveis para ocupar um lugar nessa criação. Assim se uniram, se reconheceram e juntaram dados importantes que cada um deles proporcionou. Classificaram as informações e as distribuíram em graus e hierarquias. Separaram aquelas que se encontravam em piores condições daquelas que estavam melhores, pois usariam as melhores para poder continuar. Ainda estavam em condições de fazê-lo. Estavam conscientes de sua realidade; sabiam que se encontravam distorcidos, sem a luz do conhecimento, sem ritmo nem frequência. Apenas percebiam as cores, mas eles lutariam e não se deixariam vencer, ainda mais depois de terem experimentado a grandeza da criação e de seu criador: o Princípio Único. Sabiam que haviam perdido o paraíso, seu céu e sua luz.
Em meio a tanto desespero e ao querer comunicar se com seus irmãos, os seres pensamentos negativos e inúteis descobriram por sorte, que se eles se alimentassem dos resultados uteis, melhoravam suas condições e retardavam o aniquilamento de sua existência, determinando com isso a prolongação e a sobrevivência. Novos elementos surgiram: o roubo, a maledicência, o engano e a mentira que começaram a fazer parte deles, os deixando mais doentes e piorando suas condições. Não entendiam que esses elementos daninhos os deixariam mais doentes, os levando a um infinito sem retorno e os afundando cada vez mais na distorção de seus pensamentos. Avisados, os seres pensamentos uteis tomaram todas as providencias. O primeiro que fizeram foi proteger sua origem, seu centro e seu eixo, o rodeando de todos os cuidados. Dessa forma também estariam se protegendo.
O que fazer com os pensamentos que estavam doentes? Que utilidade lhes poderia ser dada? Ao não encontrar solução, decidiram comprimir e arquiva-los em blocos de energia compacta, com a ideia de estuda-los e dar lhes uma utilidade mais adiante. Depois de tanta experiência dolorosa e sem solução, os pensamentos uteis deixaram de experimentar com a energia útil e com a sabedoria acumulada e entendida. Dessa maneira seus resultados seriam sempre positivos. Enquanto o Princípio Único continuava criando elementos, ritmos, vibrações, cores, formas, cristais perfeitos, leves, sutis, transparentes, etc. Tantos que começaram a chocar entre si, produzindo descargas elétricas de altíssima temperatura e ativando com isso movimentos incontrolados. Foi tanta a concentração energética dos cristais e o acumulo de elementos, que ocasionou uma explosão tão forte que bilhões de cristais incandescentes foram lançados a distâncias inimagináveis e desconhecidas.



Uma nova realidade se havia criado: o Princípio Único havia nascido, expandido e estava crescendo.

continuação: http://portugueselseruno.blogspot.com.br/2014/06/os-arcanos-de-thoth.html

Aqui postarei todos os dias as traduções dos 6 livros "El Ser Uno" para o português

SEJAM TODOS BEM VINDOS

AO DESPERTAR DA CONSCIÊNCIA





AYAPLIANOS
 
Ayaplianos de Alfa Centauro
Ayaplianos-Voluntarios das Naves e Ayaplianos-Seramitas

Nossos irmãos chamados AYAPLIANOS, são os autores dos livros EL SER UNO, os quais são canalizados através de telepatia. Este conhecimento começou a ser recebido no ano 2002. Os Ayaplianos pertencem a Oitava e Novena Hierarquia da Realidade Anti-matéria de Alfa Centauro (Realidade Espiritual). Esta realidade, nós a conhecemos como: Mundo Espiritual. Eles se denominam SERES ENERGÉTICOS OU SERES DE LUZ.
Os Ayaplianos são altos têm corpos delgados, bem formados e de textura fina. Cabeça um pouco proeminente e sem cabelos; tem olhos grandes e puxados que podem ser azuis, verdes ou castanhos claríssimos; de olhar muito doce e penetrante. Nariz e orelhas muito pequenas. Não dá para definir a idade deles, nem se são masculinos ou femininos. Quando se apresentam, fazem isso holograficamente, porque eles não podem baixar ou entrar a uma dimensão densa como a nossa. Sua comunicação é totalmente telepática, realiza se através da vibração e ritmo interior, imagens da imaginação e percepção imediata do que estão comunicando.
 Nossos irmãos nos dizem que todos nós somos Ayaplianos de uma mesma origem. O Princípio Único, nosso criador. Ao disseminar se a espécie homem através das colonizações universais, passando por graus, planos e dimensões que existem no cosmos, adquirimos peculiaridades nos diferenciando uns dos outros.
O Conhecimento que nos dão nossos Irmãos Maiores, começam desde a criação do universo. Nos explicam de modo geral, como, quando e de que o universo é formado para que possamos nos encontrar no contexto universal e deixemos de ser os órfãos abandonados. Ao saber quem somos, de onde viemos e aonde vamos, poderemos nos dar a nos mesmos a grande oportunidade de nos preparar para ser participantes de um extraordinário e próximo acontecimento: o Alinhamento Cósmico, isso significa que poderemos transcender a realidades mais elevadas, mas deveremos ganhá-lo por merecimento.

O conhecimento El Ser Uno que nos dão nossos Irmãos Ayaplianos, está divido em seis livros, os quais estão todos canalizados e postos na web para que possam ler e escutá-los gratuitamente.